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Não crie produtos. Crie objetos de desejo.

Agora a pouco estava ouvindo uma rádio que anunciava uma promoção onde vão contemplar um ouvinte com o novo iPhone 8. Até aí tudo bem, nada demais.

A questão é que a propaganda tem quase 2 minutos, tempo este que é dedicado mais de 80% da sua duração à falar do aparelho em si. Ou seja, a rádio veicula o anúncio várias vezes ao dia fazendo propaganda gratuita do aparelho!

Quem conhece iPhone (e até quem não conhece muito bem) sabe bem suas características e qualidades. O aparelho por si já é um objeto de desejo mas ainda assim a rádio se dá o trabalho de fazer ainda mais publicidade. E de graça!

Seus produtos criam desejo nos seus clientes?

E se fosse um smartphone Android? Será que teria a mesma divulgação? Será que o interesse da audiência seria o mesmo? Creio que se fosse feita a mesma divulgação, a resposta é sim.

Enfim, o que quero dizer é justamente isso. Se você cria algo que desperta o desejo no seu público, o próprio mercado se encarrega de divulgar seu produto. Leve em conta, também, toda a experiência do cliente que tem um peso muito grande na criação do desejo nas pessoas.

E aí, vamos criar um “iPhone” juntos?

Danilo Miguel

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